Belmond Copacabana Palace homenageia a cidade de Olímpia no Carnaval 2016

Andrea Natal e Sabrina Sato Baile de Carnaval 2016 Copacaba Palace Rio de Janeiro - Foto Miguel Sá
Andrea Natal e Sabrina Sato Baile de Carnaval 2016 Copacaba Palace Rio de Janeiro – Foto Miguel Sá

Olympia Magic Ball recebeu 2 mil convidados na noite de sábado, 06 de fevereiro de 2016, e contou com a presença de celebridades como Sabrina Sato, Cristiane Torloni, Ian Mckellen e Christian Louboutin.

A Grécia Antiga, a cidade de Olímpia, os deuses e a beleza grega foram os homenageados da edição 2016 do tradicional baile de Carnaval organizado pelo Belmond Copacabana Palace. Para celebrar a história e tradição da cidade de Olímpia, os salões do Copa – Golden Room, Frontais e Nobre – foram decorados pelo cenógrafo e carnavalesco Mario Borriello. Convidados foram recebidos pelo deus Dionísio e centuriões em um parreiral construído na varanda do hotel, que também exibia uma réplica com mais de quatro metros de altura da famosa escultura “Grupo de Laocoonte”. Nos salões frontais, um farto banquete elaborado pelo chef-executivo do hotel relembrava as míticas festas dionísicas, enquanto no salão nobre enormes esculturas douradas decoram o caminho que leva ao Golden Room, adornado com olhos gregos, tecidos em tons de dourado e painéis com motivos gregos, adornados pelas colunas originais do próprio salão.

Com menu mediterrâneo, o banquete servido na noite teve antepastos, mesa de queijos, e diversas estações de saladas, pratos quentes, petiscos, sopas e sobremesas. Já os drinks elaborados pela chefe de bares Jéssica Sanchez, também homenagearam a Grécia Antiga. Criados exclusivamente para o baile, o “Tears of Chios” trazia vodka, suco de melão, redução de gengibre e capim limão. Já o “Dionysos Punch” era composto de rum, redução de vinho, licor de aniz e soda de flores, enquanto o “Santorini Sunrise” era feito com vodka, redução de grapefruit, hortelão, mel e campari.

A jogadora de vôlei Mari Paraíba reinou no baile com um vestido elaborado pela marca mineira Mabel Magalhães. Foi a primeira vez que uma atleta ocupou o posto de rainha do Baile do Copa, que já pertenceu a nomes de beldades como Marina Ruy Barbosa, Guilhermina Guinle, Luiza Brunet, Grazi Massafera, Luana Piovani, Sheron Menezes, Juliana Paes, entre outras. “Adoro Carnaval e para mim foi um privilégio ocupar o posto de rainha de um baile tão tradicional”, conta Mari.

Para Andréa Natal, diretora-geral do hotel, a festa foi um sucesso. “Já homenageamos a China, a África, a Espanha e neste ano escolhemos a tradição e beleza da Grécia Antiga. Nosso intuito era presentear turistas e cariocas com uma grande celebração e acho que conseguimos mais uma vez.

Como sempre, o baile deu o pontapé inicial para o Carnaval na cidade, em grande estilo”. Os preços dos convites vendidos para o baile variaram de R$2.200 a R$5.200, por pessoa. O traje era black-tie ou fantasia de luxo.

Fotos: Miguel Sá e Bruno Ryfer

Baile
Realizado tradicionalmente aos sábados de carnaval, o baile do Copa conta com presenças marcantes desde seu início. O hotel, inaugurado em agosto de 1923, abriu suas portas para o primeiro baile de carnaval em fevereiro de 1924. Jayne Mansfield, em 1959, causou sensação quando a alça de seu vestido se soltou. Brigitte Bardot foi uma das atrações em 1964. Este baile comemorava o quarto centenário do Rio, com decoração de Júlio Senna em sete salões – representando as ruas do Rio Antigo. Cento e oitenta músicos se revezaram sem interrupção nesta ocasião. No júri, além de BB, Porfírio Rubirosa e Elza Martinelli. Em 67, o júri foi presidido por Gina Lollobrigida. Mas o baile do Copa teve outras presenças memoráveis, entre as quais: Orson Welles, Ginger Rogers, Mary Pickford, Joan Fontaine, Rhonda Fleming, Walter Pidgeon, Lana Turner, Ann Miller, Zsa Zsa Gabor, Kim Novak, Romy Schneider, Kirk Douglas e Rita Hayworth, que chegou a desfilar pelo salão fantasiada de baiana. Em 1973, o baile do Copa deixou de ser realizado pelo hotel. Sua reedição oficial aconteceu 20 anos depois, quando a nova direção percebeu a necessidade de recriar um luxuoso baile. Este teria que ser à altura das melhores tradições do carnaval do Rio e honrando a nobre história do próprio hotel.