Porto Alegre Carnaval de Rua 2018 : blocos na Cidade Baixa e na Orla do Guaíba

Porto Alegre Carnaval de Rua Cidade Baixa Carnaval de Rua Porto Alegre


Porto Alegre Carnaval de Rua 2018 – Cidade Baixa Carnaval de Rua 2018 – Orla do Guaíba Carnaval de Rua 2018 – Sortimentos Carnaval de Rua 2018

Carnaval de Rua de Porto Alegre leva  alegria para uma população que constata na administração do prefeito Nelson Marchezan Jr, desinteresse em apoiar festas populares além de abandono e descuido com a cidade, com a vegetação invadindo calçadas, ruas, praças e parques. Mas não adianta, os foliões, vão às ruas. Bem que poderiam produzir uma marchinha criativa para o prefeito Tucano destacando sua desastrosa gestão que além da inaptidão administrativa quer aumentar impostos, retirar direitos, desmontar a educação infantil, incrementar a indústria da multa, privatizar empresas públicas e agir contrário as propostas de campanha, num grande engodo eleitoral.

Tá, e o Carnaval de Rua na cidade

No sábado (17.02.17), o Bloco Areal do Futuro, sairá às 16h, Praça Garibaldi, na Cidade Baixa, passando pela Rua José do Patrocínio e Travessa do Carmo. Criado em 2003 após o término da escola de samba Areal da Baronesa, o projeto Areal do Futuro promove durante todo o ano oficinas de percussão, dança e reforço escolar para moradores da comunidade quilombola. Um dos primeiros blocos de rua a desfilar na Cidade Baixa, representa a resistência do samba em uma área histórica para o ritmo na cidade.

Também no sábado, às 18h, o Bloco Amigos do Porto, percorrerá da Rua da República, em direção ao Largo Zumbi dos Palmares. Criado e organizado pela equipe do Porto Carioca Bar, o Bloco Amigos do Porto estreou em 2015 no Carnaval de Porto Alegre. Este ano, desfilará pela primeira vez no circuito da Cidade Baixa, com a participação da cantora carioca Sandra de Sá.



No domingo (18.02.18), às 17h30, na Orla do Guaíba (da pista de skate à Praça do Canhão), sairá bloco idealizado por Lucas Riccordi, tecladista da banda Chimarruts. No embalo dos foliões, marchinhas tradicionais de Carnaval em ska, ritmo jamaicano criado na década 60. Na banda, Diego Dutra (bateria), Boquinha (trombone), Tuzinho (trompete), Nicola Spolidoro (guitarra) e Rick Carvalho (baixo). O bloco estreou no Carnaval de Rua em 2014, nas ruas do bairro Cidade Baixa, com um público de cerca de 30 mil pessoas. Em 2016, passou a se apresentar na Orla do Guaíba.

Na sequência, no mesmo dia e local, é a vez do Império da Lã. Criado em 2007, o bloco é uma junção de artistas das mais diversas formações musicais, reunidos em um grupo sem formação, estilo ou repertório fixos. Tem referências do pop, jazz, música nativista, samba, tango, cumbia, folk, soul, funk, reggae, axé, rock e pagode. Lançou em dezembro um disco chamado “Só no Pallets”, uma compilação de músicas autorais do bloco, com exceção da releitura “sambaenredostaile” do clássico Amigo Punk. Participaram do disco os músicos Carlinhos Carneiro, Adriana Deffenti, Eduardo Pitta, Chico Bretanha, Rodrigo Fischmann, Felipe Kautz, Cristiano Sassá, Marcelo Brack, O Cara da Sunga, Gabriel Klaser, Pedro Petracco e João Augusto, os mesmos que guiarão o bloco no Carnaval deste ano.

Sábado (24.02.18), fora do período carnavalesco, o Bloco do Isopor sairá às 16h da Rua Joaquim Nabuco, esquina com João Alfredo, na Cidade Baixa, passando pela Rua Aureliano Figueiredo Pinto até a Praça Isabel Católica. Fundado em 2014 por um grupo de amigos que cresceu no bairro Cidade Baixa, a grande maioria na Rua Joaquim Nabuco, o Bloco do Isopor hoje reúne quatro gerações de moradores. A relação com o local é tão forte que os nomes da bateria e da harmonia são homenagens póstumas a dois personagens que marcaram a comunidade: “Bateria Nego Claudio” e “Harmonia Jovani Enraçado”. Além do desfile no Carnaval, o grupo promove ações sociais e apresentações durante o ano.

No domingo (25.02.18), às 16h, é a vez do Filhos do Cumpadi Washington agitar a Orla do Guaíba (da pista de skate à Praça do Canhão). Nascido em 2014, o bloco completa cinco anos com a proposta de resgatar antigos sucessos dos anos 90, entre eles muitos pagodes e axés. O nome é uma homenagem ao cantor do “É o Tchan”, um dos maiores ícones dessa geração. A “bateria ordinária” do bloco, como foi batizada, é composta atualmente por mais de 50 ritmistas. Entre as marcas registradas do grupo estão o grito “Olha o kibe, ordinária” e os foliões com máscaras do Cumpadi Washington. Em 2015, os “filhos do painho” formaram a maior dança da cordinha do mundo, com uma corda de 30 metros.